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	<title>PIB Jequié &#187; Adriano Estevam</title>
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	<description>Desde 1901 conscientizando o mundo do evangelho de Jesus Cristo!</description>
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		<title>A Última Tarefa</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 07:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Missões]]></category>
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		<description><![CDATA[O termo Não Alcançado ou Não Evangelizado  surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não tem conhecimento de quem é Deus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é  apto para ocupar um local.</p>
<p>O termo <em>Não Alcançado</em> ou <em>Não Evangelizado </em> surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo.  Muitos destes grupos não tem conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação.  Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não lêem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.</p>
<h3>O que se requer para evangelizar estes grupo  de povos não alcançados ?</h3>
<p>Oração, iniciativa e treinamento adequado entre outras coisas. Não existe um manual com respostas prontas ou receitas mirabolantes, (muito embora existam procedimentos comuns) pois cada grupo não alcançado, possui barreiras e problemas únicos a serem vencidos. Para cada um destes existem estratégias e oportunidades específicas a serem buscadas, antes que o alcance efetivo seja posto em ação. São oportunidades e estratégias percebidas principalmente no lugar de oração, e lá vencidas em primeira instância. Estes grupos permanecem não alcançados ou ocultos porque são verdadeiramente difíceis de se alcançar, do contrário a tarefa já teria sido terminada. Por outro lado uma intervenção maior por parte das igrejas se faz necessária, investindo em iniciativas missionárias voltadas ao alcance destes grupos. Parcerias entre agências e igrejas acabam surgindo como resposta a esta lacuna de influência que encontramos na história da Igreja.</p>
<p>Hoje o número exato dos grupos de povos não alcançados varia de acordo com as definições. Podem ser categorizados em mega ou mini povos, povos minoritários, povo etnolingüístico,  povo sócioeconômico etc. O Movimento AD 2000 considerava não alcançado, o povo com uma população superior a 10.000 pessoas, o que incluiria nesta categoria no Brasil, apenas os ribeirinhos amazônicos. Outras , pelo menos, 130 diferentes tribos ficariam de fora, e cerca de 50 delas nunca foram de fato contatados ainda pelo homem branco. Estima-se no mundo todo mais de 10.000 grupos.</p>
<p>A lista de quem são os inalcançados é imensa, e passa por todos os continentes, grandes metrópoles, vilarejos, aldeias e tribos. Eles não estão apenas em lugares isolados como a maioria de nós imagina. Algumas vezes é possível encontrar grupos inteiros, isolados por barreiras idiomáticas ou culturais. Quem sabe, num lugar bem próximo a você que lê este texto agora.</p>
<p>Entretanto os propósitos de Deus para as nações são imutáveis e verdadeiros. Elas estarão representadas no grande dia diante do trono. Precisamos orar e alcançar estes povos, pois esta foi a ordem Jesus : fazer discípulos de todas as nações. Que assim seja.</p>
<pre>Fontes: Manual de Intercessão, Prá Midia publicações, p.14-1998 - Revista IDE - nº 22, p. 06 - 1999</pre>
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		<title>Além da Revolução</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 07:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[adoração]]></category>
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		<description><![CDATA[Encontramos um mundo cada vez mais globalizado, cético, desiludido e frustrado com as promessas revolucionárias dos idealistas sociais. Como será possível convencer está geração e as vindouras, de que existe esperança?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um texto para reflexão, e minha intenção aqui não é de dar respostas tão somente, mas sim instigar perguntas.</p>
<p>Estava assistindo televisão um dia destes, e parei num canal evangélico. O apresentador com o seu cabelo blackpower-o-retorno, apresentava os “clipes” musicais. Entre uma música e outra ele falava das novidades da galera gospel, e dos agitos evangélicos do fim de semana, os shows, os últimos “hits”&#8230; Comecei a pensar em como os tempos mudaram em apenas duas décadas.</p>
<p>Quando era um projeto de adolescente que se achava revolucionário, fazia parte de um grupo musical chamado &#8220;Novas Criações&#8221;, ou &#8220;Novas Confusões&#8221;, segundo o hoje  Pastor Samuel Nascimento. Naquela época não se falava ainda em Banda Evangélica, ou muito menos gospel. Existiam os grupos&#8230; ou os conjuntos musicais, dependendo da igreja a que pertenciam. Um dia um dos grupos começou a ensaiar uma música nova. Um &#8220;Negro Spiritual&#8221;, tradicional americano. Depois de alguns dias de ensaio o grupo foi surpreendido por um aviso pastoral: Se eles viessem a cantar aquela música, seriam todos afastados do rol de membros da Igreja. Entendam que naquela época, palmas, bateria, e outros apetrechos tão comuns em nossos cultos hoje em dia eram &#8220;praticas subversivas e profanas&#8221;, coisa do diabo mesmo, segundo os &#8220;mais entendidos&#8221;. Freqüentemente aparecia um pastor ou outra pessoa falando dos &#8220;perigos&#8221; de permitir estas mudanças de ritmo em nossos cultos. Uns traziam literatura, outros umas vitrolas modificadas pra tocar discos de vinil ao contrário, onde espantosamente o diabo falava através das músicas…. mas isto é assunto para conversarmos depois&#8230;</p>
<p>Apesar de toda aquela crença comum, achávamos que não era bem assim. Não havia sequer respaldo bíblico concreto para tudo aquilo, apenas ranços culturais. E por crer desta forma, saíamos para trabalhar nas mais diferentes estratégias evangelísticas que podíamos imaginar. Nós acreditávamos que o evangelho tinha um inegável cunho revolucionário. É transformação, mudança de mente. É claro que, como bons revolucionários,  nem sempre acertávamos na maneira de executar os nossos &#8220;planos mirabolantes&#8221;, e muito embora, a intenção fosse boa, a execução muitas vezes era péssima&#8230;</p>
<p>Por exemplo, no Carnaval ou Micaretas, em vez de irmos ao retiro passamos a ficar acampados primeiro no Instituto Batista, e depois na Igreja, fazendo evangelismo durante os dias de folia. Fazíamos teatro nas ruas, distribuíamos água de graça, montávamos até um pequeno ambulatório para atender as pessoas, tudo para ter uma chance de conversar com elas, e falar de Jesus. Nos primeiros anos, isto era prática subversiva, extremista diziam alguns. Mas voltávamos dos Impactos trazendo gente nova que tinha aceitado a Jesus Cristo ali, durante os trabalhos. Gente com experiências dramáticas de conversão, e sinais verdadeiros de genuína mudança. O que contou muito é que nosso pastor apesar de nos conhecer, acreditava em nós, e nos apoiava. Pouco a pouco, outros foram se juntando e juntando&#8230; e um belo dia, sem brigas, sem contenda, sem divisão, a Igreja em grande número estava lá trabalhando. O que era subversivo, tornou-se comum.</p>
<p>Mas hoje, quem se lembra dos discos ao contrário ? Quem se lembra das proibições, dos tabus ? Pelo menos dos antigos, poucos. Os anos passaram e fizeram o seu trabalho. Os que condenavam isto ou aquilo se foram. Mas as estratégias revolucionárias também se foram. Hoje não funcionarão mais como funcionavam a 15 ou 20 anos atrás. Precisamos de idéias revolucionárias para os nossos dias, outras mentes, que não se conformem com este mundo. Mas como ser revolucionário nestes dias ? Como estar sempre na vanguarda sem ser ou tornar-se medíocre ? A grande questão é que em geral nos contentamos com meias revoluções, como fizeram a grande maioria dos revolucionários. Queremos mudar isto, sem mudar aquilo, e o evangelho não é lugar de meias mudanças, para serem de fato genuínas elas devem ser integrais. Não podem existir verdadeiras revoluções econômicas, sem revoluções sociais, e como pode existir uma verdadeira revolução social sem uma revolução espiritual?</p>
<p>Onde a igreja não tem chegado? Ou tem chegado de maneira medíocre? O que não foi feito ainda, mas se fosse traria avanço no processo de implantação do reino de Deus na terra? Quais são os campos ainda a serem desbravados? E acredite ainda existem muitos.</p>
<p>Acredito que a Igreja que cumprirá este papel e atingirá as últimas fronteiras, terá esta sensibilidade de arriscar mais e a capacidade de ser mais revolucionária que os revolucionários. Afinal de contas há revolução maior do que ser santo num mundo corrompido?</p>
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