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	<title>PIB Jequié &#187; adoração</title>
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	<description>Desde 1901 conscientizando o mundo do evangelho de Jesus Cristo!</description>
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		<title>Emanuel</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 11:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joe (webmaster)</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Mês da Mocidade 2008 teve o tema &#8220;Geração de Adoradores&#8221;. E neste contexto, o Grupo Art&#8217;Cantus cantou juntamente com toda a congregação da PIB a linda canção &#8220;Emanuel&#8221; (que significa &#8220;Deus Conosco&#8221;). Uma canção emocionante que eleva a alma. É lindo ver a igreja unida louvando. Assista o vídeo e participe também deste momento&#8230;
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Mês da Mocidade 2008 teve o tema &#8220;Geração de Adoradores&#8221;. E neste contexto, o Grupo Art&#8217;Cantus cantou juntamente com toda a congregação da PIB a linda canção &#8220;Emanuel&#8221; (que significa &#8220;Deus Conosco&#8221;). Uma canção emocionante que eleva a alma. É lindo ver a igreja unida louvando. Assista o vídeo e participe também deste momento&#8230;</p>
<br /><img src="http://i.ytimg.com/vi/YVVSypsdiPk/0.jpg" alt="media" /><br />

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		<title>Além da Revolução</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 07:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Estevam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Encontramos um mundo cada vez mais globalizado, cético, desiludido e frustrado com as promessas revolucionárias dos idealistas sociais. Como será possível convencer está geração e as vindouras, de que existe esperança?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um texto para reflexão, e minha intenção aqui não é de dar respostas tão somente, mas sim instigar perguntas.</p>
<p>Estava assistindo televisão um dia destes, e parei num canal evangélico. O apresentador com o seu cabelo blackpower-o-retorno, apresentava os “clipes” musicais. Entre uma música e outra ele falava das novidades da galera gospel, e dos agitos evangélicos do fim de semana, os shows, os últimos “hits”&#8230; Comecei a pensar em como os tempos mudaram em apenas duas décadas.</p>
<p>Quando era um projeto de adolescente que se achava revolucionário, fazia parte de um grupo musical chamado &#8220;Novas Criações&#8221;, ou &#8220;Novas Confusões&#8221;, segundo o hoje  Pastor Samuel Nascimento. Naquela época não se falava ainda em Banda Evangélica, ou muito menos gospel. Existiam os grupos&#8230; ou os conjuntos musicais, dependendo da igreja a que pertenciam. Um dia um dos grupos começou a ensaiar uma música nova. Um &#8220;Negro Spiritual&#8221;, tradicional americano. Depois de alguns dias de ensaio o grupo foi surpreendido por um aviso pastoral: Se eles viessem a cantar aquela música, seriam todos afastados do rol de membros da Igreja. Entendam que naquela época, palmas, bateria, e outros apetrechos tão comuns em nossos cultos hoje em dia eram &#8220;praticas subversivas e profanas&#8221;, coisa do diabo mesmo, segundo os &#8220;mais entendidos&#8221;. Freqüentemente aparecia um pastor ou outra pessoa falando dos &#8220;perigos&#8221; de permitir estas mudanças de ritmo em nossos cultos. Uns traziam literatura, outros umas vitrolas modificadas pra tocar discos de vinil ao contrário, onde espantosamente o diabo falava através das músicas…. mas isto é assunto para conversarmos depois&#8230;</p>
<p>Apesar de toda aquela crença comum, achávamos que não era bem assim. Não havia sequer respaldo bíblico concreto para tudo aquilo, apenas ranços culturais. E por crer desta forma, saíamos para trabalhar nas mais diferentes estratégias evangelísticas que podíamos imaginar. Nós acreditávamos que o evangelho tinha um inegável cunho revolucionário. É transformação, mudança de mente. É claro que, como bons revolucionários,  nem sempre acertávamos na maneira de executar os nossos &#8220;planos mirabolantes&#8221;, e muito embora, a intenção fosse boa, a execução muitas vezes era péssima&#8230;</p>
<p>Por exemplo, no Carnaval ou Micaretas, em vez de irmos ao retiro passamos a ficar acampados primeiro no Instituto Batista, e depois na Igreja, fazendo evangelismo durante os dias de folia. Fazíamos teatro nas ruas, distribuíamos água de graça, montávamos até um pequeno ambulatório para atender as pessoas, tudo para ter uma chance de conversar com elas, e falar de Jesus. Nos primeiros anos, isto era prática subversiva, extremista diziam alguns. Mas voltávamos dos Impactos trazendo gente nova que tinha aceitado a Jesus Cristo ali, durante os trabalhos. Gente com experiências dramáticas de conversão, e sinais verdadeiros de genuína mudança. O que contou muito é que nosso pastor apesar de nos conhecer, acreditava em nós, e nos apoiava. Pouco a pouco, outros foram se juntando e juntando&#8230; e um belo dia, sem brigas, sem contenda, sem divisão, a Igreja em grande número estava lá trabalhando. O que era subversivo, tornou-se comum.</p>
<p>Mas hoje, quem se lembra dos discos ao contrário ? Quem se lembra das proibições, dos tabus ? Pelo menos dos antigos, poucos. Os anos passaram e fizeram o seu trabalho. Os que condenavam isto ou aquilo se foram. Mas as estratégias revolucionárias também se foram. Hoje não funcionarão mais como funcionavam a 15 ou 20 anos atrás. Precisamos de idéias revolucionárias para os nossos dias, outras mentes, que não se conformem com este mundo. Mas como ser revolucionário nestes dias ? Como estar sempre na vanguarda sem ser ou tornar-se medíocre ? A grande questão é que em geral nos contentamos com meias revoluções, como fizeram a grande maioria dos revolucionários. Queremos mudar isto, sem mudar aquilo, e o evangelho não é lugar de meias mudanças, para serem de fato genuínas elas devem ser integrais. Não podem existir verdadeiras revoluções econômicas, sem revoluções sociais, e como pode existir uma verdadeira revolução social sem uma revolução espiritual?</p>
<p>Onde a igreja não tem chegado? Ou tem chegado de maneira medíocre? O que não foi feito ainda, mas se fosse traria avanço no processo de implantação do reino de Deus na terra? Quais são os campos ainda a serem desbravados? E acredite ainda existem muitos.</p>
<p>Acredito que a Igreja que cumprirá este papel e atingirá as últimas fronteiras, terá esta sensibilidade de arriscar mais e a capacidade de ser mais revolucionária que os revolucionários. Afinal de contas há revolução maior do que ser santo num mundo corrompido?</p>
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		<title>A Música no Louvor e Adoração</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 07:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisane Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[adoração]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[louvor]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Um excelente texto acerca da importância da música na Bíblia e na liturgia do culto através da história tirando dúvidas importantes com relação ao louvor e a adoração na igreja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira menção bíblica de música e cânticos encontra-se em Gênesis 31:27 e associa-se com a expressão de júbilo. A adoração com cânticos é primeiramente mencionada em Êxodo 15:1-21. Moisés e os filhos de Israel cantaram ao Senhor, Miriã e todas as mulheres, com pandeiros e danças, responderam ao cântico de Moisés. A escavação do poço em Beer foi celebrada com cânticos (Nm 21: 17, 18 ). Débora e Baraque celebraram sua vitória com cânticos (Jz 5:1-31).</p>
<p>As mulheres de Israel celebraram a vitória de Davi sobre Golias com cânticos (1 Sm 18:6,7).<br />
Quatro mil levitas louvaram ao Senhor com instrumentos quando Salomão foi levantado como rei sobre Israel.</p>
<p>“E os filhos de Israel&#8230; celebraram a festa dos pães asmos sete dias com grande alegria: e os levitas e os sacerdotes louvaram ao Senhor de dia em dia, com instrumentos fortemente retinintes ao Senhor.” (2 Cr 30:21).</p>
<p>“E disse Davi aos príncipes dos levitas que constituíssem a seus irmãos, os cantores, com instrumentos musicais, com alaúdes, harpas e címbalos, para que se fizessem ouvir, levantando a voz com alegria”. (1 Cr 15:16).</p>
<p>É obvio que a música e os cânticos são uma parte vital do louvor e adoração a Deus. Isto é retratado em toda a Bíblia de Gênesis a Apocalipse. Hoje em dia ainda é assim. São uma expressão vital, gloriosa e positiva de louvor a Deus.</p>
<p><strong>Satanás e a Música</strong></p>
<p>É também verdade que Satanás usa a música muito eficientemente para alcançar os seus propósitos. Antes de sua queda, Lúcifer era um chefe dos músicos. Ezequiel 28:13 nos diz: “a obra dos teus tambores e de teus pífaros estava em ti: no dia em que foste criado foram preparados.” Lúcifer era um músico mestre. Ele deveria usar este dom para a glória de Deus, mas quando se rebelou contra o Senhor e teve que ser expulso do Céu ele prostituiu este dom e começou a usá-lo para o mal ao invés do bem. Ele tem feito isto muito eficientemente até o dia de hoje.</p>
<p>Foram os descendentes de Caim que inventaram tanto os instrumentos de música como os instrumentos de guerra (Gn 4:21,22).</p>
<p>Quando Moisés voltou do seu encontro com Deus na montanha, ele descobriu que os filhos de Israel haviam se afastado de Deus e voltado à adoração de ídolos. Estavam dançando e cantando ao redor do bezerro de ouro. O som de suas músicas era tão confuso aos ouvidos de Moisés que ele não podia discernir imediatamente o significado daquele som.</p>
<p>Este tipo de música, cheio de confusão, tem a marca registrada de Satanás, pois ele é um enganador. Muitas músicas modernas estão repletas de confusão. Transtornam e perturbam as pessoas.<br />
A música devota, piedosa tem um efeito exatamente oposto. Ela acalma ao invés de confundir. Talvez ela nos motive, mas nunca faz com percamos o controle das nossas emoções. Ela nos fortalece, ao invés de nos enfraquecer.</p>
<p>Nabucodonosor, rei da Babilônia, usava instrumentos musicais de várias espécies para induzir as pessoas a adoração da imagem de ouro que ele havia erigido (Dn 3:5-7).</p>
<p>Herodes sucumbiu à música e dança sedutoras da filha de Herodias e tolamente ordenou a morte de João Batista (Mt 14:6).</p>
<p>A música satanicamente inspirada da Babilônia será finalmente destruída quando a cidade da Babilônia for derribada. O som de sua música não mais será ouvido. (Ap 18:22).</p>
<p><strong>A Música Pode Inspirar a Adoração à Deus</strong></p>
<p>O Espírito Santo também pode usar a música para a glória de Deus e para a edificação das pessoas.<br />
Observe o poderoso efeito terapêutico que a música ungida tinha sobre Saul (1 Sm 16:23). Davi havia sido ungido por Deus (vers.13). Ele era um músico habilidoso, um compositor dotado e um doce cantor. Quando tocava e cantava sob a unção do Espírito, o espírito maligno se retirava de Saul, o qual passava a se sentir renovado e melhor.</p>
<p>Quando Josafá precisou de um profeta numa ocasião de crise nacional, ele chamou Eliseu. O profeta chamou um músico. “E sucedeu que, tangendo o tangedor, veio sobre ele (Eliseu) a mão do Senhor. E disse: Assim diz o Senhor&#8230;” (2 Rs 3:11,15,16). A música obviamente ajudou a criar uma atmosfera e uma disposição para que o dom de profetas operasse.</p>
<p>O rei Davi designou 4.000 homens para que profetizassem com harpas, saltérios e címbalos (1 Cr 25:1).<br />
Foi somente quando Israel estava em cativeiro na Babilônia que eles cessaram de cantar e tocar. A música ungida deles cessou e penduraram suas harpas nos salgueiros (Sl 137).<br />
Quando os seus captores babilônicos os incitavam a que cantassem, replicavam: “Como entoaremos o cântico do Senhor em terra estranha?”</p>
<p>Quando o cativeiro deles terminou, após 70 anos, voltaram para casa com cânticos alegres e com risos. Havia louvor em seus lábios (Sl 126:1,2). É somente quando a Igreja está em cativeiro espiritual que a sua música ungida cessa. Quando este cativeiro é rompido e as pessoas novamente se libertam, a música, os cânticos, o louvor e as danças e os risos são todos a elas restaurados.</p>
<p><strong>A Música e os Cânticos no Novo Testamento</strong></p>
<ol>
<li>Os discípulos cantaram hinos juntos. (Mt 26:30; Mc 14:26).</li>
<li>Paulo e Silas cantaram louvores a Deus na prisão (At 16:25).</li>
<li>O Apóstolo Paulo instruiu a Igreja com relação aos cânticos ungidos. Eles deveriam cantar:
<ol>
<li>Salmos (os Salmos musicados).</li>
<li>Hinos (cânticos de louvor a Deus).</li>
<li>Cânticos Espirituais (cânticos espontâneos dados pelo Espírito).</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>Os cânticos da Igreja Primitiva eram louvores ao Senhor. O seu objetivo primário nos cânticos era louvar e engrandecer a Deus. Não cantavam para causarem um impacto ou para entreterem os outros. Os seus cânticos não eram centralizados no homem. Eram dirigidos à Deus, para o Seu prazer somente.<br />
Este tipo de música e cânticos ungidos, dirigidos a Deus com louvor e adoração é muito raro na Igreja hoje. Contudo, Deus está restaurando este ministério ao Seu povo.</p>
<p>Aqui estão algumas sugestões para ajudá-lo introduzir a sua comunidade num ministério de música ungida com louvores a Deus:</p>
<ol>
<li>Comece todas as reuniões com ações de graças e louvores em forma de cânticos. “Entrai por suas portas com ações de graça, e nos seus átrios com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome.” (Sl 100:4)</li>
<li>Peça em oração ao Espírito Santo que o lembre de cânticos ou hinos apropriados. Deus tem um tema ou mensagem para cada culto. Em geral, cânticos apropriados preparam o caminho para o tema ou mensagem.</li>
<li>Não tenha medo de cantar cânticos mais de uma vez, ou ainda, uma parte específica deles pode parecer especialmente ungida ou abençoada.</li>
<li>Exorte as pessoas a realmente “cantarem ao Senhor”. Os hinos são muitas vezes cantados porque é a nossa tradição e costume cantá-lo. Temos porém, um propósito muito mais valioso que este, ou seja, cantar ao Senhor, ou dirigir a nossa atenção para o Céu através de cânticos.</li>
<li>Comece com cânticos de louvor e ações de graças. Permita que as pessoas expressem genuinamente, seus louvores através deles. Os cânticos não são louvores em si mesmos. São meros veículos através dos quais podemos expressar o nosso louvor. É bem possível cantarmos muitos hinos e cânticos sem expressarmos nenhum louvor verdadeiro.</li>
<li>Os cânticos de louvor inspiram as pessoas a adorarem. Em geral começamos com o louvor e em seguida, as pessoas passam progressivamente para os vários níveis do mesmo até que entrem na adoração que é o nível elevado de louvor.</li>
<li>Não “faça correndo” o culto de louvor. Muitos pastores consideram esta parte do culto como uma “preliminar” uma necessidade maçante, porém tradicional. Conceda este tempo para cantar, louvar e adorar. Estes são os atos mais importantes da nossa reunião.</li>
<li>Dê oportunidades para a participação da congregação. Incentive as expressões espontâneas. Alguém pode dirigir a congregação em oração, o que poderá resultar na direção para a reunião. Talvez alguém mais profetize e a exortação venha a fornecer o tema para o resto do culto.</li>
<li>As manifestações do Espírito deveriam ser expressas nos cultos de adoração dos crentes (1 Co 12:8-11). Não “apague” o Espírito (1 Ts 5:19). Incentive a participação e expressão através destes dons espirituais. Contudo o líder designado e ungido deveria em todo o tempo reter a autoridade espiritual sobre o culto.</li>
<li>Todas as coisas deveriam ser feitas para a edificação mútua. Todas as manifestações bíblicas são legítimas e apropriadas, mas tudo que é feito e a maneira com que é feito tem que ser para a edificação de toda a congregação (1 Co 14:26).</li>
<li>Evite “contribuições” que geram confusões. “Deus não é autor de confusão.” (1 C0 14:33). Se o culto começar a ficar confuso, tome a frente e tire-o da confusão. Se necessário, faça uma pausa e explique à congregação o que está acontecendo, esclarecendo assim a situação. Use situações assim para ensinar a maneira certa e errada de se fazer as coisas.</li>
<li>Tudo deveria ser feito para o Senhor e para a glória de Deus. Lembre-se que o alvo de todas as reuniões é glorificar a Deus e edificar os crentes.</li>
<li>Use um livreto de cânticos ou um retroprojetor para que as pessoas possam participar. Não tenha medo de num dado momento, colocar de lado o livreto e a letra dos cânticos e simplesmente adorar ao Senhor de coração.</li>
<li>É claro que há certas “técnicas” para a direção de um culto de cânticos ou de louvor, mas você precisa evitar, com todo o cuidado, tornar-se muito mecânico ou formal. Permita que haja uma liberdade subjacente. Seja flexível. Não insista seguir o programa. Seja sempre flexível às direções do Espírito e esteja disposto a seguí-las. Para uma boa direção de louvor e cânticos é necessário muito mais do que a movimentação dos braços, ainda que isto possa ser feito corretamente. A liberdade de Espírito e a espontaneidade são mais importantes que a precisão técnica.</li>
<li>Procure ficar escondido, para que as pessoas possam “ver a ninguém, senão unicamente a Jesus” (Mt 17 : 8 ). Eu me lembro de uma igreja que pastoreei por muitos anos em Brisbane, Austrália. Na primeira vez que subi ao púlpito, vi algumas palavras entalhadas nele. Elas confrontavam todos que subiam àquele púlpito para falarem, ministrarem. As palavras eram: “Queremos ver a Jesus” (Jo 12:21). Sempre deveríamos ter isto em nossas mentes. As pessoas não vieram para verem ou nos ouvirem. Vieram para ouvirem a Jesus. A nossa tarefa, com a ajuda do Espírito, é abrir o véu, para que todos os olhos possam ver o Senhor e adorar diante d’Ele. E isto deveria ser o objetivo mais importante de todos os servos de Cristo que dirigem cultos de louvor.</li>
</ol>
<address>Não temos idéia de quem escreveu esta matéria, eu a recebí pela internet por e-mail vinda da Associação dos Músicos Evangélicos do Brasil. Se você souber quem é o autor não hesite em nos avisar para que possamos colocar aqui os devidos créditos.</address>
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